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O estresse crônico aumenta silenciosamente o risco de derrame

Embora o estresse crônico esteja mais fortemente associado ao AVC isquêmico, há evidências de que o estresse agudo extremo — como sofrer violência, sofrer um acidente de carro ou sofrer um desastre natural — pode aumentar o risco de AVC hemorrágico (sangramento no cérebro). Crédito: Neuroscience News
Embora o estresse crônico esteja mais fortemente associado ao AVC isquêmico, há evidências de que o estresse agudo extremo — como sofrer violência, sofrer um acidente de carro ou sofrer um desastre natural — pode aumentar o risco de AVC hemorrágico (sangramento no cérebro). Crédito: Neuroscience News

Quando pensamos nos fatores de risco para um Acidente Vascular Cerebral (AVC), normalmente lembramos da pressão alta, do colesterol elevado, do diabetes ou do tabagismo.


Mas uma nova publicação da Universidade de Rochester, divulgada pela Neuroscience News, chama atenção para outro fator muitas vezes negligenciado: o estresse crônico.


Segundo os pesquisadores, embora o estresse não seja uma causa direta do AVC, sua presença constante favorece alterações importantes no organismo que aumentam o risco de doenças cardiovasculares.


Durante períodos prolongados de estresse, o corpo permanece em estado de alerta e libera continuamente hormônios como adrenalina e cortisol. Quando isso acontece por muito tempo, diversos sistemas do organismo podem ser afetados.


Entre as alterações observadas estão:

  • aumento da pressão arterial;

  • elevação da glicemia;

  • inflamação crônica;

  • maior tendência à formação de coágulos;

  • piora da qualidade do sono;

  • hábitos de vida menos saudáveis.


Com o passar dos anos, esse conjunto de fatores pode favorecer o endurecimento das artérias (aterosclerose), aumentando o risco de um AVC isquêmico, o tipo mais frequente.


Os pesquisadores também destacam que pessoas submetidas a situações prolongadas de vulnerabilidade social ou emocional tendem a sofrer maior impacto do estresse na saúde.


Pequenas atitudes fazem diferença

A boa notícia é que o gerenciamento do estresse pode fazer parte da prevenção.


O próprio estudo recomenda estratégias simples como:

  • reservar momentos de lazer;

  • cultivar relacionamentos;

  • praticar atividades prazerosas;

  • utilizar técnicas de atenção plena;

  • procurar apoio profissional quando necessário.


E onde entra a Respiração Terapêutica?

A respiração é uma das poucas funções do corpo que podemos regular conscientemente.


Na Respiração Terapêutica, utilizamos exercícios respiratórios que favorecem o relaxamento, estimulam o equilíbrio do sistema nervoso e ajudam a desenvolver maior consciência corporal e emocional.


🌿 Aprender a respirar com consciência é um convite para desacelerar, cuidar do corpo e cultivar mais equilíbrio no dia a dia.


Se você deseja conhecer essa prática, venha participar dos nossos grupos de Respiração Terapêutica. Fonte original deste artigo: https://neurosciencenews.com/chronic-stress-stroke-29140/

 
 
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