Alzheimer pode ser revertido com câmaras de oxigênio

63-2021
Fonte: Aging
Publicado em Setembro de 2021


O Alzheimer pode ser interrompido, ou mesmo revertido, por meio de uma terapia com câmara de oxigênio em salas pressurizadas.


O estudo, publicado na revista Aging , demonstrou que os sintomas dos pacientes melhoraram depois de cinco tratamentos de 90 minutos de oxigênio por semana durante três meses.


O trabalho é de pesquisadores israelenses da Universidade de Tel-Aviv. Por enquanto, eles estudaram seis pessoas mais velhas com deficiência cognitiva leve, um estágio inicial de perda de memória que é um precursor da forma mais comum de demência.


“Pacientes idosos que sofrem de perda significativa de memória no início do estudo revelaram um aumento no fluxo sanguíneo cerebral e melhora no desempenho cognitivo, demonstrando a potência da oxigenoterapia hiperbárica para reverter os elementos essenciais responsáveis”, disse o professor Uri Ashery, especialista em neurobiologia da Universidade de Tel Aviv.


Os dois exames de ressonância magnética do cérebro de participantes humanos indicam o fluxo sanguíneo antes (à esquerda) e depois (à direita) de um dos participantes do estudo fazer a oxigenoterapia. Foto: Divulgação

Oxigenoterapia

O tratamento – denominado oxigenoterapia hiperbárica (OHB) – faz os pacientes inalarem oxigênio por meio de uma máscara em uma câmara pressurizada.


Ele já é usado por atletas para ajudá-los a se recuperar mais rapidamente e por celebridades que afirmam que ele vence o estresse.


Aumentando significativamente a quantidade de oxigênio nos tecidos corporais, os defensores dizem que o tratamento estimula a cura.


E quando foi administrado em ratos, ele removeu as placas amilóides do cérebro, que são um sinal revelador do Alzheimer.


Os especialistas acreditam que a terapia funciona alterando a estrutura dos vasos no cérebro e aumenta o fluxo sanguíneo.


Fonte: site Só Notícia Boa e Daily Mail


O estudo completo e detalhado você encontra neste link: https://www.aging-us.com/article/203485/text


------


English Version


Hyperbaric oxygen therapy alleviates vascular dysfunction and amyloid burden in an Alzheimer’s disease mouse model and in elderly patients

Ronit Shapira1 , Amos Gdalyahu1 , Irit Gottfried1 , Efrat Sasson4 , Amir Hadanny4 , Shai Efrati2,3,4 , Pablo Blinder1,2 , Uri Ashery1,2

  • 1 School of Neurobiology, Biochemistry and Biophysics, The George S. Wise Faculty of Life Sciences, Tel Aviv University, Tel-Aviv, Israel

  • 2 Sagol School of Neuroscience, Tel Aviv University, Tel-Aviv, Israel

  • 3 Sackler School of Medicine, Tel Aviv University, Tel-Aviv, Israel

  • 4 Sagol Center for Hyperbaric Medicine and Research, Assaf Harofeh Medical Center, Be’er Ya’akov, Israel

Received: March 4, 2021       Accepted: August 10, 2021       Published: September 9, 2021

https://doi.org/10.18632/aging.203485

How to Cite

Copyright: © 2021 Shapira et al. This is an open access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License (CC BY 3.0), which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited.


Abstract

Vascular dysfunction is entwined with aging and in the pathogenesis of Alzheimer’s disease (AD) and contributes to reduced cerebral blood flow (CBF) and consequently, hypoxia. Hyperbaric oxygen therapy (HBOT) is in clinical use for a wide range of medical conditions. In the current study, we exposed 5XFAD mice, a well-studied AD model that presents impaired cognitive abilities, to HBOT and then investigated the therapeutical effects using two-photon live animal imaging, behavioral tasks, and biochemical and histological analysis. HBOT increased arteriolar luminal diameter and elevated CBF, thus contributing to reduced hypoxia. Furthermore, HBOT reduced amyloid burden by reducing the volume of pre-existing plaques and attenuating the formation of new ones. This was associated with changes in amyloid precursor protein processing, elevated degradation and clearance of Aß protein and improved behavior of 5XFAD mice. Hence, our findings are consistent with the effects of HBOT being mediated partially through a persistent structural change in blood vessels that reduces brain hypoxia. Motivated by these findings, we exposed elderly patients with significant memory loss at baseline to HBOT and observed an increase in CBF and improvement in cognitive performances. This study demonstrates HBOT efficacy in hypoxia-related neurological conditions, particularly in AD and aging.


The complete and detailed study can be found at this link:

https://www.aging-us.com/article/203485/text


16 visualizações0 comentário